domingo

Lei cria política de resíduos sólidos

Milton Paes / Agências

CAMPINAS SÃO PAULO - O prefeito de Sumaré e presidente do Consórcio Intermunicipal de Manejo dos Resíduos Sólidos da Região Metropolitana de Campinas, José Antonio Bacchim (PT), acompanhou ontem em Brasília a assinatura do projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que será sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O substitutivo ao Projeto de Lei nº 354/89, que institui a nova política, apresenta inovações como a logística reversa, que determina que fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores realizem o recolhimento de embalagens usadas. Foram incluídos nesse sistema produtos como agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, todos os tipos de lâmpadas e eletroeletrônicos.

"Esse projeto estava em tramitação no Congresso Nacional há 20 anos e sem dúvida essa lei será um avanço no que diz respeito ao manejo dos resíduos sólidos e, a nossa região, com a criação do consórcio, se faz representada e estamos discutindo ações importantes para adoção de tecnologias viáveis para trabalhar este assunto", declarou Bacchim. O texto da lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê a introdução da responsabilidade compartilhada na legislação brasileira, envolvendo sociedade, empresas, prefeituras e governos estaduais e federal na gestão dos resíduos sólidos. Estabelece, ainda, que as pessoas terão de acondicionar de forma adequada o lixo para o recolhimento do mesmo, fazendo a separação onde houver a coleta seletiva. A indústria de reciclagem e os catadores de material reciclável devem receber incentivos da União e dos governos estaduais.

Os municípios brasileiros só receberão dinheiro do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos depois de aprovarem planos de gestão. Terão prioridade no financiamento federal os consórcios intermunicipais para gestão do lixo. A Política Nacional de Resíduos Sólidos proíbe a criação de "lixões" onde os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras deverão construir aterros sanitários adequados ambientalmente, onde só poderão ser depositados os resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento ou compostagem. Será proibido catar lixo, morar ou criar animais em aterros sanitários. O PL também veta a importação de qualquer tipo de lixo.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, por meio dos incentivos e novas exigências, o País tentará resolver o problema da produção de lixo das cidades, que chega a 150 mil toneladas por dia. Deste total, 59% são destinados aos "lixões" e apenas 13% têm destinação correta em aterros sanitários.

Lançamento

Na iniciativa privada, o segmento também chama a atenção do mercado e empresas como a AST Facilities, que veem seu faturamento aumentar seis vezes no primeiro semestre de 2010, com novos produtos para atender a essa demanda. O principal fator da expansão no caso da AST foi o Super Green, detergente biodegradável que possui 85% de matérias-primas naturais. O produto também diminui o uso de água no processo de lavagem, já que permite que o ambiente seja limpo só com um pano seco dias após a aplicação.

Outras ações da empresa que contribuíram para o aumento no faturamento são capacitação de profissionais de limpeza. "Nossos profissionais, hoje, não são tratados como a 'tia do cafezinho' e o 'tio da limpeza', mas sim como técnicos de higienização treinados na prestação de serviços, que possam ser bem remunerados e tratados com dignidade", explica por nota o diretor da empresa, Flávio Nascente dos Santos. Agora, a AST está com a meta de se tornar referência em soluções de limpeza e higienização.

sexta-feira

PONTOS DE RISCOS DA CIDADE DE CAMPINAS-SP

“Debate inglês” é bom para Plínio e pior para Dilma




Resumo do debate da Band entre os presidenciáveis:

Nas palavras da experiente socióloga Fátima Pacheco Jordão, “parecia um debate inglês”. Não houve provocação, piada, baixaria nem puxada de tapete. Só discussão de “alto nível”. Comparado aos debates que a própria Band rememorou na abertura do programa, foi de dar sono. Começou com quase 6 pontos no Ibope, o que é muito para quem concorreu com uma semifinal de Taça Libertadores, e terminou com menos de 2 pontos.

Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) saiu com mais do que entrou. Já pode colocar no currículo que foi “trending topic” mundial do Twitter: seu nome foi uma das expressões mais citadas por usuários da rede social no mundo durante o período do debate.
Na forma, foi quem melhor se saiu, dirigindo-se diretamente ao telespectador com intimidade. Falou com segurança e surpreendeu pelo tom direto e por partir para o confronto. No conteúdo, é para quem concorda com as ideias do PSOL. Talvez comece a beliscar um pontinho ou outro na próxima rodada de pesquisas. A fórmula, todavia, pode cansar rápido.

Marina Silva (PV) perdeu uma oportunidade para ser notada. Plínio ocupou o lugar que poderia ter sido dela, se fosse uma franco-atiradora. Não é. Comportada, demorou para conseguir mostrar suas diferenças em relação a Dilma e Serra. Só embalou quando começou a falar de meio ambiente, mas o debate já estava acabando.
Foi segura, olhou direto para a câmera. Mas precisará ser mais agressiva, ou pelo menos incisiva, para ganhar espaço numa disputa tão polarizada. Isso parece contrariar sua natureza conciliadora. O poema que declamou no final ficou fora de contexto. Não emocionou.

José Serra (PSDB) mostrou que é mais experiente que Dilma. Conseguiu criticar o governo sem falar mal de Lula. Surpreendentemente, não abjurou o governo Fernando Henrique Cardoso, ao contrário. Usou uma linguagem mais direta e popular do que a principal adversária. Conseguiu dominar boa parte do temário do debate, pondo a saúde, seu ponto forte, em evidência (o que lhe valeu a pecha de “hipocondríaco”, dada por Plínio).
Mas Serra falou duas bobagens que poderão ser exploradas pelos adversários. Ao enumerar os problemas de portos e aeroportos, arrematou: “Eu não sei como se vai resolver isso”. Não é a melhor frase para um candidato.
Depois, ao falar de reforma agrária, qualificou propriedades de 80 hectares como “chácara de fim-de-semana”. São 800 mil metros quadrados, algo como 80 quarteirões, praticamente um bairro.
No final, Serra foi buscar uma memória do pai para emocionar-se. Embargou a voz e lacrimejou. A emoção pareceu genuína, mas a técnica para obtê-la pareceu estudada.

Dilma Rousseff (PT) cometeu todos os erros que os rivais diziam que ela cometeria. Foi prolixa, usou um palavreado difícil e vazio: “política estruturante”, “flexibilizar”, “bioma”, “oligopolizados”. Abusou das siglas, do jargão e de cifras. Não concluiu a maior parte dos raciocínios que começou. Olhou para o oponente em vez de olhar para o telespectador. Quando o fez, olhou para a câmera errada. Estava ofegante, respirando fora do ritmo das frases. Estourou o tempo em quase todas as respostas.
Mas o pior erro de Dilma foi outro. Ela demorou uma hora e meia para dizer a palavra mais importante do seu discurso: Lula. Antes, sempre disse “nosso governo”, sem explicar que era o governo dela e de Lula. Quando percebeu o equívoco, já estava no final do debate. E, mesmo quando tentou, não conseguiu usar a figura do presidente para passar emoção. Num olhar de Poliana, Dilma ao menos sabe, agora, tudo o que precisa corrigir para o próximo debate.

RESUMO – O debate da Band muda o rumo da campanha? Não. Ao menos por ora, Dilma segue sendo favorita. Os adversários podem comemorar porque os pontos fracos da candidata do governo ficaram evidenciados, e serão explorados. Para quem está em baixa nas pesquisas e com dificuldades para obter financiamento de campanha, é um alento. Mas ainda é insuficiente para virar o jogo. Aumenta, porém, a importância dos próximos debates.

por Jose Roberto de Toledo Seção: Eleição para presidente - 06.agosto.2010 02:17:28

terça-feira

TREM BALA - CAMPINAS-SP

Mercadante no seminário sobre política de segurança pública em Campinas

Movimento Brasil Eficiente

Movimento Brasil Eficiente: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

Lançamento do Movimento Brasil Eficiente

Mais empregos com menos impostos


Convidamos você a participar dessa grande ação em defesa da redução dos impostos e de mais eficiência nos gastos públicos, medidas essenciais para aumentar os investimentos, que gerarão mais e melhores empregos.

Local: Salão Nobre, FGV/SP – Rua Itapeva, 432, São Paulo/SP
Data: 20 de julho/2010
Hora: 9h45

RSVP: Confirme sua presença até o dia 16 de julho por meio do fones (11) 5083-4246 | 9570-4282 com Marcella Suplicy ou por meio do e-mail: confirmacao@brasileficiente.org.br. Haverá serviço de Valet no local.


Apoiadores:
Associação Empresarial de Joinville (Acij); Confederação Nacional da Indústria (Cni); Federação Brasileira de Bancos (Febraban); Federação das Associações Comerciais de Santa Catarina (Facisc); Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc); Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep); Federação do Comércio de Santa Catarina (Fecomércio SC); Federação do Comércio de São Paulo (Fecomércio SP); Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio PR); Instituto Atlântico; Associação Comercial de São Paulo (ACSP); Associação Comercial de Minas (Acminas); Associação Comercial do Paraná (ACP); Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa (Ajorpeme); Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) – Federasul; Confederação Nacional De Serviços (CNS); Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP); Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap); Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas do Estado de Santa Catarina (Fampesc); Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas do Estado do Paraná (Fampepar); Federação das Câmaras de Dirigentes Logistas de Santa Catarina (FCDL-SC); Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar); Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg); Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP); Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan); Federação de Serviços do Estado de São Paulo (Fesesp); Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio Minas); Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave); Federaminas; Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi); Instituto Millenium; Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sincofarma Minas); Sistema Ocepar - PR

www.brasileficiente.org.br

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