quarta-feira

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008

58% dos vereadores foram reeleitos
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008

De acordo com a última apuração das urnas, feita às 03h11, desta segunda-feira, 724.143 eleitores votaram em Campinas. Destes, 724.142 foram apurados, 20.356 foram votos brancos e 34.832 foram nulos.

Com 9.591 votos, o atual presidente do Legislativo, o vereador Aurélio Cláudio (PDT) foi o vereador mais votado.


Além dele, foram reeleitos mais 18 vereadores:

Angelo Barreto (PT)

Antonio Flôres (PDT)

Arthur Orsi (PSDB)

Campos Filho (DEM)

Cidão Santos (PPS)

Dário Saadi (DEM)

Francisco Sellin (PDT)

Jorge Schneider (PTB)

Luis Yabiku (PDT)

Paulo Oya (PDT)

Pedro Serafim (PDT)

Petterson Prado (PPS)

Rafa Zimbaldi (PP)

Sebastião dos Santos (PMDB)

Sérgio Benassi (PCdoB)

Tadeu Marcos (PTB)

Valdir Terrazan (PSDB)

Zé Carlos (PDT)



E os vereadores eleitos foram:

Alberto Alves da Fonseca – Professor Alberto (DEM)

Antonio Francisco dos Santos – O Politizador (PMN)

Arly de Lara Romeu (PSB)

Elcio Batista (PSB)

Gilberto Celestino Brasio Bileo Soares (PSDB)

Jairson Valério dos Anjos - Canário (PT)

Jose Carlos do Nascimento Oliveira – Zé do Gelo (PV)

Josias Lech (PT)

Leonice da Paz (PDT)

Luiz Henrique Cirilo - Cirilo (PPS)

Miguel Arcanjo Monteiro Vicente (PSC)

Sebastião Carlos Torres - Sebá (PSB)

Thiago de Moraes Ferrari (PMDB)

Vicente Carvalho e Silva – Vicente da UPA (PV)



E para prefeito, Hélio de Oliveira Santos (PDT) foi reeleito, com 371.083 votos.



No dia 1º de janeiro de 2009, às 8h, conforme estabelecido constitucionalmente e na Lei Orgânica do Município, os novos vereadores se encontrarão em reunião solene na Câmara Municipal de Campinas.


A reunião será presidida pelo vereador mais votado, que dará posse ao novo prefeito, vice-prefeito e aos vereadores . Após a posse, o mesmo legislador presidirá a votação aberta à presidência da Câmara. Vale lembrar que a reunião é aberta ao público.


Fontes:

http://apuracao.ig.com.br/primeiro-turno/SP/62910/index.html

www.cosmo.com.br

domingo

PESQUISA IBOPE DE BOCA DE URNA

Eleição para Prefeito de Campinas é decidida em primeiro turno, com base nas últimas informações da EPTV Campinas na cobertura das Eleições 2008, veja abaixo:




DR. HÉLIO - 70%
JONAS DONIZETTI - 15%
CARLOS SAMPAIO - 12%
FELICIANO S. - 02%



Os dados são baseados nas informações da EPTV Campinas / IBOPE às 17:40 horas.

quinta-feira

DEBATE PREFEITURA DE CAMPINAS - EPTV

Foram quase duas horas de apresentação de propostas

EPTV.com

03/10/2008 - 00:34 - O último debate promovido pela EPTV antes do primeiro turno das eleições municipais de domingo reuniu em Campinas na noite desta quinta-feira (2), 05 melhores candidatos posicionados pela pesquisa IBOPE.

Durante quase duas horas, os candidatos discutiram propostas nos estúdios da EPTV e deram aos eleitores, principalmente aos indecisos, mais subsídios na decisão do voto.

Foram cinco blocos. No primeiro, os candidatos fizeram perguntas entre si, com temas sorteados na hora. No segundo bloco, candidato perguntou para candidato, com tema livre. O mesmo aconteceu no terceiro bloco, mas com o sorteio de quem faria a pergunta.

O candidato escolheu quem responderia e não pode repetir o que já havia respondeu no bloco. O quarto bloco repetiu o esquema do terceiro. No quinto bloco cada candidato teve dois minutos para as considerações finais.

Campinas

No primeiro bloco do debate entre os prefeituráveis de Campinas, os temas sorteados foram habitação, saneamento, educação, transporte e emprego. Os candidatos comentaram sobre a possibilidade de convênios entre Estado e município para a construção de casas populares. Na seqüência, eles falaram sobre saneamento, da possibilidade de a cidade ter mais esgoto tratado. Depois, o tema sorteado foi Educação. Os candidatos focaram na questão de falta de vagas e falta de infra-estrutura nas escolas da periferia, além de uniformes para as crianças. Na questão sobre Transporte, o Bilhete Único e o valor da passagem foram debatidos. Sobre a geração de empregos candidatos debateram sobre como aumentar o número de vagas e reduzir as vagas que não são preenchidas por falta de mão-de-obra.

No segundo bloco, o primeiro tema foi creche, principalmente na questão de vagas. Depois os candidatos falaram sobre saúde, sobre como andam os postos de saúde da periferia. Os candidatos também comentaram sobre os vices nas chapas e sobre imagens dos últimos programas eleitorais. Por último, a gerência de unidades médicas na cidade.

No terceiro bloco, o primeiro tema foi a Sanasa, empresa que administra o saneamento da cidade. A questão girou em torno das tarifas. Outra questão foi sobre a contração de médicos e saneamento e de onde seria tirado o dinheiro para as obras necessárias. Mais uma questão foi o transporte, a possibilidade de a cidade ter o trem rápido que ligará a cidade ao Rio de Janeiro e a capital paulista. Por fim, a relação entre parlamentares e a prefeitura, obras públicas e pesquisas eleitorais.

No quarto bloco, o primeiro tema escolhido foi violência. O segundo tema foi obras públicas. Depois, o tema foi o Hospital Ouro Verde e sua administração terceirizada. Outro assunto foi vagas em creches e infra-estrutura. Discutida ainda as políticas públicas.

Avaliações:


O candidato do PSB, Jonas Donizete, disse que gostou do debate desta quinta-feira. “Foi positivo porque pudemos mostrar o equilíbrio e vamos aguardar o segundo turno”, disse o candidato.

Para o candidato do PSDB, Carlos Sampaio, o debate promoveu a igualdade de condições para os candidatos expressar suas idéias. “Gostei muito porque deu muitas condições de passarmos nossas idéias”, afirmou o tucano.

O candidato do PSOL, Paulo Búfalo, gostou do formato do debate e ressalvou a importância de candidatos se enfrentarem em perguntas. “É sem edição de informações, é olho no olho, muito positivo”, disse ele.

Para o atual prefeito, Hélio de Oliveira Santos (PDT), o encontro para discussão de idéias “foi muito bom, propositivo, um espaço democrático. O povo teve paciência de ver e tem sua avaliação e poderá escolher”.

Feliciano Nahimy (PV) também considerou positivo o debate e ressaltou que todos “têm o dever e obrigação de trabalhar unidos por Campinas”.

Pesquisa


Durante o debate, o candidato Carlos Sampaio (PSDB) afirmou que não acredita em pesquisa lembrando sua experiência nas eleições passadas, quando “estava 14% atrás, segundo a pesquisa Ibope, e perdi por 2%”, disse.

O candidato tucano citou ainda que seu partido entrou com uma ação questionando a pesquisa Ibope contratada pela EPTV e divulgada na sexta-feira (26/9). Na ação foi pedida a impugnação do registro da pesquisa, o que foi deferido pelo juiz Fábio Henrique Prado de Toledo. Com isso, o candidato conseguiu suspender a divulgação da pesquisa.

Em mensagem enviada à EPTV ainda durante o debate, o juiz Fábio Henrique Prado de Toledo esclareceu “que se trata de decisão cautelar e provisória, que nesta decisão não reconhece, em caráter definitivo, qualquer ilegalidade na pesquisa impugnada.”

PESQUISA IBOPE

Programas serão com candidatos às prefeituras de Ribeirão Preto, São Carlos, Campinas e Varginha

Debates EPTV reúnem candidatos de quatro cidades
Programas serão com candidatos às prefeituras de Ribeirão Preto, São Carlos, Campinas e Varginha

EPTV

02/10/2008 - 11:42 - Atualizada às 14:55

Candidatos às prefeituras de Campinas, Ribeirão Preto, São Carlos e Varginha vão apresentar suas propostas nos debates que a EPTV promove na noite desta quinta-feira (2), nos estúdios da emissora nessas quatro cidades. O debate, que vai ao ar logo após a novela "A Favorita", é importante para que os eleitores conheçam melhor alguns dos candidatos e pode ajudar os eleitores, principalmente os indecisos, a decidir pelo voto.

O debate terá 90 minutos, divididos em cinco blocos. No primeiro bloco, os candidatos fazem perguntas entre si, por tema sorteado na hora. No segundo bloco, candidato pergunta para candidato com tema livre.

No terceiro bloco, candidato pergunta para candidato, com tema livre e só é feito o sorteio de quem pergunta. O candidato escolhe quem responde, mas não pode repetir o que já respondeu no bloco.

No quarto bloco, candidato pergunta para candidato, com tema livre e só é feito o sorteio de quem pergunta. O candidato escolhe quem responde, mas não pode repetir o que já respondeu no bloco.

O quinto bloco é reservado para as considerações finais e cada candidato tem dois minutos.

Candidatos
Participam do debate os candidatos com a melhor colocação na última pesquisa EPTV/Ibope. Em Campinas, serão reunidos os candidatos Hélio de Oliveira Santos (PDT), Carlos Sampaio (PSDB), Jonas Donizete (PSB), Feliciano Nahimy Filho (PV) e Paulo Búfalo (PSOL).

Em São Carlos, o debate reúne Oswaldo Barba (PT), Paulo Altomani (PSDB), Airton Garcia (DEM), Julieta Lui (PSOL) e Regina Bortolotti (PSB).

Em Ribeirão Preto debatem Dárcy Vera (DEM), Welson Gasparini (PSDB), Rafael Silva (PDT), Sabino (PT) e Mauro Inácio (PSTU).

Na EPTV Sul de Minas os debatedores são os os quatro candidatos à prefeitura de Varginha: Doutor Simplício, da coligação Varginha com Simplicidade, Eduardo Corujinha, da coligação Acelerando a Feliz Cidade, Ricardo, do psol, e Antônio Silva, da coligação Por Amor a Varginha.

Importância
O debate permite uma avaliação bem diferente do eleitor, já que tudo é ao vivo, sem as situações combinadas que costumam estar nas propagandas políticas. Nas três cidades, há muita expectativa da população e o número de indecisos ainda é grande.

Em Campinas, a última pesquisa Ibope mostrou que 9% disseram que não sabiam em quem votar ou não opinaram. Já os brancos e nulos representaram 5%.

Em Ribeirão Preto, 10% não sabiam em quem votar ou não opinaram. Já brancos e nulos foram 6%.

E em São Carlos, o índice foi ainda maior: 16% disseram não saber ou não quiseram opinar. Outros 5% votariam em branco ou nulo.

Ao assistir o debate, fica mais fácil decidir o voto. Isso porque os candidatos têm uma hora e meia para se enfrentarem, período em que são bastante questionados e surpreendidos com as perguntas dos adversários.

Cada um pode mostrar se conhece bem a cidade que pretende administrar e as propostas para resolver os problemas. "Como os candidatos estão em confronto com seus opositores, eles têm mais condições de mostrar exatamente aquilo que estão propondo para a cidade", explica Rosinez Signoretto e Souza, coordenadora do Instituto Pró-Pesquisa.

quarta-feira

Candidatos apelam por segundo turno

Publicada em 1/10/2008



Cidades
Candidatos apelam por segundo turno
Carlos Sampaio e Jonas Donizette ainda tentam evitar que a disputa seja definida no domingo
Fábio Gallacci
Milene Moreto
DA AGÊNCIA ANHANGÜERA
gallacci@rac.com.br
milene@rac.com.br

Na reta final da campanha, os candidatos Carlos Sampaio (PSDB) e Jonas Donizette (PSB) unificaram os seus discursos na busca pelo segundo turno nestas eleições. Ambos brigam por um espaço para disputar a Prefeitura de Campinas com Hélio de Oliveira Santos (PDT) que, segundo a mais recente pesquisa do Ibope, encomendada pela EPTV e divulgada no último dia 26, aparece com 66% das intenções de voto. O tucano registrou 9% e Jonas atingiu 8%, um empate técnico. Hoje, Hélio venceria no primeiro turno, com ampla vantagem — a possibilidade de uma segunda etapa é muito remota. Para Jonas e Sampaio, porém, a presença no segundo turno seria a grande oportunidade para apresentar suas propostas de forma mais detalhada, já que teriam o mesmo tempo de Hélio na TV e no rádio: dez minutos.

Para isso, eles prometem intensificar suas campanhas até o próximo domingo, dia da decisão. “Eu acredito em um segundo turno. Nas pesquisas, eu fui um dos poucos candidatos que apontaram crescimento. Isso mostra que meu caminho está correto. Não vou mudar as minhas propostas. Estou colhendo os frutos de ter adotado a mesma política do começo ao fim. Vou apostar nesta última semana na intensificação da campanha para a definição dos votos”, afirmou o candidato do PSB.

Sampaio garantiu que essa é a hora de estar presente nas ruas e fazer o seu eleitor acreditar que a ida do tucano para uma próxima fase nas eleições é possível. “Campinas merece o segundo turno. É importante que o debate seja aprofundado. Vários temas são relevantes e a igualdade de condições é importante para a nossa cidade, para que possamos escolher as melhores propostas”, disse. “O nosso trabalho será intensificado em regiões específicas e também na área central. A equipe está na rua, eu estou na rua. Estamos visitando e revisitando todos os bairros, colocando toda a nossa militância e credenciando todos os fiscais, que são muito importantes, para que não haja qualquer abuso ou ilegalidade”, disse.

Milagre

Outros dois prefeituráveis de Campinas, Feliciano Nahimy Filho (PV) e Paulo Bufalo (PSOL), também demonstraram posições semelhantes em relação às suas expectativas em torno da possível presença em um segundo turno. Ambos estão empatados com 1%, de acordo com a mesma pesquisa Ibope, ao lado da candidata Vânia Boscolo (PTN).

Para Feliciano, sua chegada ao segundo turno poderia ser comparada a um milagre. “Nada é impossível. Existe a possibilidade de o eleitor se decidir na última hora e acreditamos nisso na etapa final. Eu também não mudei as propostas em minha campanha. Agora, vou tentar, no último debate (que será realizado na EPTV, amanhã à noite), colocar as minhas propostas. Mas temos uma falta de equilíbrio econômico e também em relação ao tempo de propaganda para cada candidato”, lamentou o deputado estadual.

Bufalo, por sua vez, afirmou que manterá a sua postura nesses últimos dias da corrida eleitoral. Ele promete continuar panfletando e divulgando o seu plano de governo pelos bairros.

“Acho que o que houve com a campanha em Campinas não é algo restrito à cidade, e sim uma tendência nacional que mostra a sociedade longe da participação da vida política”, disse o candidato do PSOL.

SAIBA MAIS

Desde ontem e até 48 horas depois do encerramento da eleição, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto. A partir de amanhã, o juiz eleitoral ou o presidente da mesa receptora poderá expedir salvo-conduto em favor de eleitor que sofrer violência moral ou física na sua liberdade de votar.

Pedetista volta a usar cautela sobre pesquisa

O prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT), candidato à reeleição, voltou a ser cauteloso ao comentar ontem sua vantagem para aos adversários na última pesquisa do Ibope. “Vamos continuar trabalhando até domingo, percorrendo alguns espaços em busca do voto, porque isso é legítimo. A decisão só se dá na votação e na apuração. E eu vou acompanhar todos esses passos”, disse Hélio. “Eu confio no meu trabalho, numa Administração que está sendo avaliada, segundo pesquisa do Ibope, com mais de 80% de aprovação e é isso que eu vejo nas ruas”, afirmou. Questionado sobre o fato de ter um tempo muito superior ao de seus adversários na propaganda da TV e no rádio, o prefeito afirmou que isso foi o resultado de uma costura política que conseguiu fazer graças ao seu histórico na vida pública e que essa reunião de tantos partidos representa uma mobilização amparada pela Constituição Federal, e que respeita os preceitos democráticos. “Nós conseguimos ter um tempo (maior no horário eleitoral) porque fizemos uma coalizão baseada naqueles partidos que estiveram e em outros que agora estão ingressando no processo administrativo”, explicou o candidato, que tem 12 partidos em sua coligação. (FG e MM/AAN)

Aulas estão suspensas a partir de sexta-feira

Dois decretos — um do governo estadual e outro do municipal — fixaram a suspensão das aulas nos colégios utilizados para as eleições a partir de sexta-feira. Em Campinas, ao todo, são 220 locais de votação, sendo 55 escolas municipais e o restante dividido entre escolas estaduais e particulares, incluindo faculdades. As secretarias de Educação de São Paulo e de Campinas não informaram sobre a quantidade de alunos que ficarão sem aula, mas afirmaram que o dia será reposto conforme calendário escolar. Em caso de segundo turno, as aulas serão suspensas a partir do dia 24.

As urnas eletrônicas começarão a ser distribuídas a partir de sexta-feira para os colégios mais distantes, principalmente os localizados nos distritos de Barão Geraldo, Sousas e Joaquim Egídio. A Guarda Municipal e a Polícia Militar farão escolta para transporte das urnas, cuja quantidade deve chegar a 2,2 mil unidades. A Prefeitura deverá ceder 40 veículos para o transporte das urnas. (VBF/AAN)

Emdec vai montar esquema especial para o trânsito

A partir de sexta-feira, ruas serão bloqueadas para transporte de urnas

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) preparou um esquema especial para o trânsito entre os dois dias que antecedem as eleições e o domingo. Nos dias 3 e 4, das 7h às 12h, as ruas General Osório, entre a José Paulino e Regente Feijó; José Paulino, entre a Duque de Caxias e Cônego Cipião; e Albano de Almeida Lima, entre a Camargo Pimentel e Barbosa da Cunha, serão bloqueadas para retirada e transportes das urnas eletrônicas.

No domingo, os agentes da Emdec serão deslocados para os principais locais de votação. A partir das 16h, as mesmas ruas bloqueadas para retirada e transporte das urnas serão fechadas para retorno dos equipamentos. A divulgação das parciais e do resultado final da votação será realizada na Rua General Osório, que a partir das 16h de domingo estará bloqueada no trecho entre a Rua José Paulino e Avenida Francisco Glicério. Se houver necessidade devido ao grande número de pessoas, a Emdec ampliará o bloqueio na região para a Avenida Dr. Campos Salles, entre a José Paulino e Francisco Glicério.

Ônibus

No transporte coletivo, serão 761 ônibus em circulação, 353 a mais do que em relação a um domingo normal. Além disso, 16 veículos reservas ficarão a disposição. Entre as linhas que não operam no domingo mas que em função das eleições vão funcionar estão 127, 151, 207, 217, 326, 346, 351, 392, 398, 432, 501 e 502. O horário de operação será das 7h às 17h30. Após isso, as linhas sairão de operação. (VBF/AAN)

Estratégias diferentes no último programa eleitoral

Prefeituráveis apelam a diversas táticas para pedir votos

Venceslau Borlina Filho
DA AGÊNCIA ANHANGÜERA
venceslau.borlina@rac.com.br

Os candidatos à Prefeitura de Campinas apelaram ao último programa da propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio, que vai ao ar hoje, para pedir votos aos eleitores. Na tentativa de convencer o eleitorado, cada candidato usou de uma estratégia: atacou as propostas dos adversários, apresentou soluções e promessas aos problemas da cidade, utilizou dos recursos históricos do município e até de depoimentos de personalidades políticas.

Com o segundo maior tempo na TV e no rádio, 3 minutos e 40 segundos, o candidato pelo PSDB, Carlos Sampaio, gravou ontem o último programa com a possibilidade de regravá-lo ainda hoje caso tenha em mãos novos materiais de campanha. A tentativa é alcançar, a todo custo, o segundo turno. “Gravamos hoje (ontem), mas pode ter mudanças. Se recebermos novos materiais, teremos que gravar amanhã (hoje) cedo, pois o prazo para entrega é à tarde”, disse o diretor responsável pelos programas do candidato, Antonio Donizeti Teixeira da Silva.

O candidato Jonas Donizette (PSB) deixou o último programa eleitoral para falar sobre sua história política e da forma como conduziu a campanha. “Começamos nessa linha desde o início da semana e vamos encerrar assim”, disse. Francisco de Lagos, coordenador de campanha do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT), candidato à reeleição, não retornou as ligações para informar sobre o último programa eleitoral.

Outros candidatos

O candidato a prefeito pela Frente de Esquerda de Campinas (PSOL, PSTU e PCB), Paulo Bufalo, gravou o último programa no Largo do Rosário, “palco de diversas manifestações, de esquerda, tradicional em Campinas e que se perdeu em algum momento”.

O deputado estadual e candidato a prefeito pelo PV, Feliciano Nahimy Filho, vai utilizar o programa para falar que Campinas sofre com a falta de gestão.

domingo

Ibope: Hélio Santos lidera com 66% em Campinas

Sexta, 26 de setembro de 2008, 23h55 Atualizada às 00h05


Rose Mary de Souza
Direto de São Paulo

De acordo com a terceira pesquisa do Ibope sobre a disputa eleitoral em Campinas, o candidato à reeleição, Hélio de Oliveira Santos (PDT), venceria o primeiro turno com 66% dos votos. Carlos Sampaio (PSDB) recebeu 9% e Jonas Donizete (PSB), 8%. Com a margem de erro de quatro pontos percentuais, ambos estão tecnicamente empatados. Feliciano Filho (PV), Paulo Búfalo (Psol) e Vânia Boscolo (PTN) tiveram 1%, enquanto Mauricio Carvalho (PRB) e Ricardo Xavier (PSDC) não pontuaram. Teodoro Batista (PTdoB) não foi citado. Brancos e nulos somam 5% e 9% dos entrevistados estão indecisos. O instituto ouviu 756 pessoas entre os dias 23 e 25 de setembro. A pesquisa, encomendada pela EPTV de Campinas, foi registrada no Cartório Eleitoral com o número 005/2008.

segunda-feira

Dos 33 parlamentares, 32 tentam se manter no cargo e um quer ser prefeito

Cidades
Vereadores retornam com foco nas eleições

Dos 33 parlamentares, 32 tentam se manter no cargo e um quer ser prefeito

Rose Guglielminetti
Milene Moreto
DA AGÊNCIA ANHANGÜERA
rose@rac.com.br
milene@rac.com.br

Os 33 vereadores de Campinas retornam hoje do recesso de julho e a previsão é que o foco dos parlamentares não esteja nas pautas das sessões ordinárias, mas sim na disputa dos votos dos eleitores. A expectativa de que a temperatura das reuniões se mantenha baixa é demonstrada pelo número de candidatos à reeleição: 32 dos atuais 33 parlamentares tentam se manter na mesma cadeira conquistada nas eleições de 2004 e, para isso, irão gastar boa parte dos próximos meses tomando café e batendo papo com o eleitorado. Apenas o vereador Paulo Bufalo (PSOL) busca alçar outros vôos e quer ocupar o lugar do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT).

Da atual legislatura, 12 parlamentares irão tentar o segundo mandato. Outros nove, caso eleitos, cumprirão a terceira legislatura. Quatro deles vão para as urnas em busca de serem eleitos para o quarto mandato e seis querem ter a autorização dos eleitores para o quinto. Um deles, Tadeu Marcos Ferreira (PTB), está em franca tentativa de ser escolhido pela sexta vez como vereador de Campinas.

A perspectiva é de que projetos polêmicos sejam incluídos na pauta apenas após as eleições de outubro. Um deles, que altera os salários dos parlamentares e do prefeito pelos próximos quatro anos, provavelmente será analisado somente depois do final da corrida nas urnas. O presidente da Casa de Leis, Aurélio José Cláudio (PDT), afirmou que a Mesa da Câmara não apresentará o projeto. “Pelo regimento, a Mesa só poderia propor a matéria até o dia 30 de junho e isso não ocorreu”, afirmou. Porém, o pedetista alertou que ainda há uma chance de o projeto ser apreciado, caso a Comissão de Constituição, Legalidade e Redação protocole a matéria até o dia 20 de dezembro, último dia do recesso de fim de ano.

Os vereadores campineiros recebem hoje R$ 6 mil e o prefeito R$ 8,3 mil. De acordo com a Lei Orgânica do Município (LOM), os subsídios dos parlamentares só poderão ser alterados a cada quatro anos mediante projeto aprovado em plenário.

A vereadora Marcela Moreira (PSOL) disse que analisou a pauta desta semana e que tudo permanece tranqüilo. “Os trabalhos já estão muito tranqüilos e em boa parte da sessão só existem projetos de denominação de nomes de rua, praças e entrega de diplomas. Acredito também que haverá discussões sobre os vetos, mas a Câmara deve trabalhar para aprovar projetos do Executivo”, afirmou a vereadora.

Aurélio, porém, acredita que o processo eleitoral não irá prejudicar o trabalho legislativo. “Sei que estamos retornando num momento difícil em função do processo eleitoral, mas não acredito que influenciará o processo legislativo”, disse ele. A pauta de hoje tem 12 itens, sendo cinco projetos de nomes de ruas e um de concessão de título de cidadão campineiro. Os demais vão de concessão de alvará de funcionamento provisório para pequenos comércios a vetos totais do prefeito.

Acostumado com a rotina da Câmara em ano de eleição, o vereador mais antigo em exercício na cidade, Tadeu Marcos Ferreira (PTB), que tenta agora o seu sexto mandato, acredita que a volta das sessões será de expediente normal. “É época de trabalho e o eleitor está atento. Acredito que não teremos muitas ausências até mesmo por causa da TV Câmara. Quando estive à frente da Presidência, atingi o menor índice de ausência. Acho que agora não será diferente. Também acho que o nosso atual presidente, Aurélio Cláudio, deveria seguir a determinação da Câmara Federal de descontar o dia no salário do vereador que faltar à sessão”, aconselhou.

Quem também acredita que a proximidade das eleições não deve alterar os trabalhos do Legislativo é o vereador Dário Saadi (DEM). “Qualquer diminuição do trabalho joga contra a Câmara. É preciso se organizar com responsabilidade para conseguir tocar a rotina nesse período. É uma preocupação continuar trabalhando porque os eleitores estão atentos, porque temos regras e também a TV Câmara que permite ao eleitor fiscalizar os trabalhos dos seus vereadores e candidatos”, disse Saadi.

Marcela também avalia que os escândalos, como o de funcionários fantasmas, que atingiram o Executivo e o Legislativo campineiros já refletiram na decisão do eleitorado de conhecer melhor os candidatos que devem ocupar as cadeiras do Legislativo. “Muitas pessoas comentaram comigo nas ruas os escândalos da Câmara. Eles sabem. Os eleitores não são bobos”, comentou.

Poluição visual com propaganda de candidaturas infesta bairros mais afastados do Centro - 21/09/2008

Cidades
Candidatos ignoram lei na periferia

Poluição visual com propaganda de candidaturas infesta bairros mais afastados do Centro

Milene Moreto
DA AGÊNCIA ANHANGÜERA
milene@rac.com.br

A propaganda eleitoral dividiu Campinas em duas. No Centro, as atividades estão dentro do que prevê a legislação e os candidatos não se arriscam a desafiar a Justiça. Na periferia a história é outra. Regiões afastadas como a do Campo Grande viraram território sem lei e nelas, vale tudo para conquistar um voto.

A reportagem da Agência Anhangüera de Notícias (AAN) percorreu durante três dias bairros como Satélite Íris, Itajaí, e Jardim Maracanã, um prato cheio para os candidatos que pretendem ampliar o eleitorado em local esquecidos pelo poder público, sem asfalto, sem esgoto e que abrigam parte da população mais carente da cidade.

Para ter acesso a essa região é preciso passar, obrigatoriamente, pela a Avenida John Boyd Dunlop que foi transformada em “mural” dos candidatos. Além disso, a via é depósito de lixo eleitoral: resultado da briga entre os concorrentes, que rasgam e quebram placas de seus adversários.

A campanha na região segue o estilo adotado antes da minirreforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pretendia proporcionar um pleito sem favorecer candidatos com alto poder aquisitivo. Como resultado, uma disputa mais justa e democrática.

Na última semana, a AAN também flagrou uma prática antiga e proibida aos candidatos: a distribuição de cestas básicas. Apesar de serem entregues pelo programa Prato Cheio da Prefeitura, três concorrentes à Câmara de Campinas assumiram a autoria do projeto e pediram votos e cadastramentos às pessoas que esperavam na fila para pegar os alimentos com a garantia de mais distribuição caso fossem eleitos vereadores. A cena ocorreu no Parque da Amizade, também na região do Campo Grande, e envolveu os candidatos Pedro Rosa (PR), Rossanas Brasil (PDT) e Edison Ribeiro (PMN). O assédio, assim como a publicidade excessiva, também irritou os eleitores.

A maior parte dos cavaletes que estavam no canteiro central da avenida John Boyd Dunlop na última quinta-feira perteciam ao candidato a vereador conhecido como “Vermelho” (PSDB) e a outro concorrente a uma vaga na Câmara, Carlinhos Artioli (PCdoB).

Na última sexta-feira, as placas no canteiro estampavam o rosto e a legenda do vereador candidato à reeleição Sérgio Benassi (PCdoB), do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT), da vereadora Leonice da Paz (PDT) — cassada depois da comprovação de compra de votos com cestas básicas nas eleições de 2004 — e também no local estavam as estrelas vermelhas, símbolos do PT, que foram vistas na região central no mês passado.

Além disso, a determinação de pedir permissão para a colocação de publicidade em propriedades particulares, na maioria das vezes, não ocorre. “Tem muita gente que trabalha para os candidatos e aparece aqui colocando placa em tudo quanto é lugar. Ninguém pede não. Geralmente, se num terreno tem apenas uma placa, em dois dias chega a ter mais de 50”, contou o comerciante Robson de Souza, de 32 anos, que trabalha próximo a uma área que abriga publicidade de mais de 20 candidatos e diz nunca ter visto qualquer um dos homens que trabalham para os políticos conversando com os donos do local.

Indignação

A contabilista Maria Aparecida Cancio, de 45 anos, disse que está indignada com a situação e a sujeira desta campanha. Ela mora na região do Campo Grande e afirma que a poluição visual das eleições não conquista de maneira nenhuma o seu voto. “O lugar já está saturado de propagada. A cerca que fica em frente ao terminal de ônibus virou uma baderna. É uma vergonha. Nenhum candidato chega aqui e vem falar com a gente para saber dos problemas. Só querem mesmo pregar cartazes”, disse.

Para ela, a atitude é uma falta de respeito com o cidadão. “Eles dizem em suas propagandas políticas que vão fiscalizar. Mas agora o que pensar se eles mesmos desrespeitam as leis? É preciso alertar os candidatos que a população não está de olhos fechados para isso”, afirmou Maria Aparecida.

A área onde fica a cerca lotada de publicidade está praticamente abandonada e ninguém sabe dizer no local quem é o proprietário das terras e para quem deveria ser solicitada a autorização.

Centro

A publicidade eleitoral segue um caminho diferente no Centro da cidade e é focada, principalmente, em bandeiras, carros de som e placas carregadas por cabos eleitorais. Para cumprir a lei os candidatos precisam desembolsar parte da verba da campanha e pagar cabos eleitorais. O salário mensal de cada um pode variar de R$ 450,00 a R$ 650,00. Construções que também abrigavam apenas uma ou duas placas de candidatos, agora já acumulam dezenas.

A diferença na prática desse tipo de publicidade é que as placas dos candidatos precisam ser carregadas por alguém, ou seja, não pode ser fixa da forma como é disposta, irregularmente, na periferia.

A primeira candidata na cidade que se arriscou a espalhar cavaletes foi a vereadora Marcela Moreira (PSOL), logo no início da campanha eleitoral. Ela foi notificada pela Justiça e recolheu o material da campanha para a reeleição.

O vereador Noel Cordeiro (PR) perdeu o registro de sua candidatura depois que utilizou material e funcionários da Prefeitura para recuperar uma praça adotada por sua loja de móveis. No local ele colocou uma faixa dizendo que a responsabilidade da manutenção da área era dele. O próprio prefeito Hélio foi multado pela Justiça Eleitoral por estampar sua propaganda em um muro que ultrapassava quatro metros quadrados, dimensão permitida pela lei.

SAIBA MAIS
Veja algumas das proibições da lei eleitoral

4º Artigo 12, inciso 3º: é proibida a realização de showmício e de evento assemelhado para promoção de candidatos, bem como apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral

Artigo 12, inciso 4º: é vedada na campanha eleitoral a confecção, utilização, distribuição por comitê, candidato, ou com sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor.

Artigo 13: nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do poder público, ou que a eles pertençam, e nos de uso comum, inclusive postes de iluminação pública e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos, é vedada a veiculação de propaganda de qualquer natureza, inclusive pichação, inscrição a tinta, fixação de placas, estandartes, faixas e assemelhados.

Artigo 14: em bens particulares, independe da obtenção de licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral, a veiculação de propaganda eleitoral por meio da fixação de faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscrições que não excedam a 4 metros quadrados e que não contrariem a legislação inclusive a que dispõe sobre posturas municipais

Multas: quem infringir qualquer desses dispositivos está sujeito a multas no valor de R$ 2 mil a R$ 8 mil ou apresentar defesa. O candidato infrator terá um prazo de 48 horas para remover e restaurar o bem

Fonte: TRE-SP

PONTO DE VISTA
Adriana S.B. de Jesus
policial militar

Segurança é prioridade

A Segurança Pública e a Saúde são as duas áreas que mais necessitam de atenção do próximo prefeito, seja quem for o candidato eleito em outubro. Espero que o escolhido pela população não interrompa o que foi começado e dê continuidade aos investimentos para melhorar os postos de saúde e os hospitais da cidade. O Hospital Ouro Verde foi bem vindo, mas precisa de mais recursos para funcionar completamente. Outra prioridade é ampliar os investimentos em mais escolas da rede municipal, assim como é necessário moralizar um pouco a Emdec que está banalizando as multas e virou mesmo uma indústria. Eles dizem que é para diminuir os acidentes e melhorar o trânsito, mas não acredito nisso, acho que é mesmo uma indústria de multas.

PALANQUE

Passeata
Jonas Donizette (PSB) mantém durante a semana o ritmo intenso de campanha. Hoje ele realiza uma passeata na Vila Esperança e, em seguida, se reúne com os moradores do bairro. No início da noite o candidato ainda marcou de se encontrar com os servidores públicos.

Fôlego
Carlos Sampaio (PSDB) visita a Ciretran no início da manhã e segue direito para uma caminhada na região Sul de Campinas. No meio da tarde ele retorna para ouvir os moradores do Centro. No início da noite participa de uma entrevista na emissora TVB. O tucano ainda terá fôlego para se encontrar com os moradores de Sousas.

Tempo
Mesmo reclamando do pouco tempo de propaganda na televisão do Partido Verde, o candidato Feliciano Nahimy Filho (PV) vai se dedicar hoje a gravação de sua publicidade para o horário eleitoral gratuito. Fora isso, ele também se reúne com os candidatos a vereador do PV.

Contador de visitas